PELO 29º ANO CUMPRIU-SE A TRADIÇÃO DAS JANEIRAS

Como é tradição, o Município de Vila Real, realizou a 13 de janeiro, o XXIX Encontro de Cantadores de Janeiras no grande auditório do Teatro de Vila Real. Este costume popular completa a sua 29ª edição graças à devota participação da comunidade vila-realense e dos Grupos, alguns dos quais têm marcado a sua presença desde o primeiro encontro, em 1994.

Iniciativas como esta são um modo de celebrar não apenas as cantigas populares tão portuguesas e tão nossas, mas também proporcionar momentos de confraternização, pertença e proximidade entre o público que participou nesta tarde festiva e, especialmente, salvaguardar a memória etnográfica e identidade cultural do concelho e do povo.

Houve manifestações de coros, grupos de cantares, ranchos e tunas das diversas freguesias, e pretende-se passar este evento por muitas mais gerações. A estes Grupos se deve, de igual modo, a pesquisa, recolha e registo de um repertório popular que, de outra forma, se perderia.

O Município valoriza profundamente o trabalho concretizado pelas associações culturais, e o ávido entusiasmo sempre que se organiza um evento cultural ou artístico. “O associativismo é, de facto, fundamental para a preservação da nossa cultura, e o Município muito se regozija por ter no concelho tantas coletividades que têm desenvolvido um extraordinário trabalho em prol da “Res Publica”, permitindo que Vila Real se afirme na região e no país”, afirmou Mara Minhava, Vereadora da Cultura”.

Participaram nesta edição das Janeiras 17 coletividades: a Associação Cultural Desportiva e Social de Vila Nova; a Associação Cultural e Recreativa “Acordar a Música”; a Associação de Cultura, Etnografia e Folclore da Freguesia de Vale de Nogueiras, a Associação Desportiva e Cultural de Constantim; Associação Desportiva, Cultural e Recreativa de Águas Santas; o Centro Desportivo e Cultural da Campeã; o Coro Juvenil de Abaças; o Coro Misto de Mouçós; os Grupos de Cantares “A Voz do Campo”, “Aléu”, da Casa do Professor de Vila Real, de Santa Marinha de Águas Santas, e de Vilarinho da Samardã; o Grupo Etnográfico de Danças e Cantares, o Grupo de Jovens de Guiães MAGNIFICAT, o Rancho Etnográfico de Borbela, e por fim, a Tuna de Bisalhães.

MUNICÍPIO, JUNTA DE MONDRÕES E IEFP PROMOVERAM FORMAÇÃO DE CURTA DURAÇÃO NA ÁREA DA OLARIA

A Câmara Municipal de Vila Real, em parceria com a Junta de Freguesia de Mondrões e o IEFP, realizou uma ação de formação de curta duração, em horário pós-laboral, na área da olaria, que foi ministrada pelo Oleiro Miguel fontes.

O curso começou em finais de outubro e terminou no dia 17 de janeiro. Decorreu em Mondrões, em instalações cedidas pela Junta de Freguesia. Participaram 11 formandos, todos com profissões diferentes, mas com o mesmo gosto por esta arte ancestral.

Em breve, promover-se-ão mais ações de formação deste género, com estes e outros formandos. Ao longo da formação, os participantes puderam aprimorar competências para modelar o barro, tendo feito um número considerável de peças. “É, também com iniciativas deste género, que continuamos empenhados em sensibilizar a população para este património imaterial que todos temos de ajudar a preservar”, disse Mara Minhava, vereadora da Cultura.

CELEBRAÇÃO DE PROTOCOLO ENTRE O ICNF E A AUTARQUIA COM VISTA À MELHORIA DA ILUMINAÇÃO PÚBLICA DO PARQUE FLORESTAL DE VILA REAL

Foi aprovada, na reunião de câmara de 15 de janeiro de 2024, a celebração do Protocolo de Cooperação Técnica e Financeira entre o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, IP, e o Município de Vila Real, para a concretização do projeto de “Requalificação da visitação do Parque Florestal de Vila Real”, com vista a serem efetuadas melhorias na rede de iluminação pública do Parque Florestal prevendo-se, nomeadamente, a remodelação de 62 postes e luminárias existentes.
Esta ação surge da transferência de competências da Gestão do Parque Florestal, do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), I.P., para a Câmara Municipal, e que, nos últimos anos, permitiu, nomeadamente, a instalação da sede da Escola de Escalada do Grupo de Montanhismo (GMVR), entregue em setembro de 2017, depois da requalificação do Armazém do Rio, e a recuperação da Casa Florestal que deu lugar à sede do Agrupamento de Escuteiros 212 de S. Pedro, em julho de 2018, dois edifícios que estavam anteriormente abandonados e foram recuperados pela autarquia que assegurou, igualmente, a limpeza e manutenção dos espaços verdes e florestais e das respetivas áreas de circulação, bem como a manutenção das infraestruturas e dos equipamentos de suporte à visitação.
Relembre-se que estas intervenções se inserem na estratégia municipal de recuperação e reabilitação do centro verde da cidade de Vila Real, dotando-o de condições atrativas de utilização quotidiana garantindo uma maior segurança e acessibilidade, especialmente no período noturno. O presidente Rui Santos sublinhou, face a estas mudanças, que as intervenções efetuadas no parque florestal são “um bom exemplo da descentralização”, pois o “acordo de cedência da gestão do parque permitiu à autarquia dar-lhe uma nova vida”. O Parque florestal da cidade tem um papel essencial na vida dos vila-realenses, havendo uma notória ligação entre estes, o rio Corgo e todo o ambiente do mesmo, sendo atualmente uma das zonas de fruição, visitação e estadia garantindo o acesso à utilização social da floresta, salvaguardando os seus aspetos paisagísticos, recreativos, científicos e culturais.
De acordo com a estimativa orçamental os trabalhos previstos no presente protocolo importam em €272.900,40, dos quais €100.000 serão transferidos pelo ICNF para a autarquia, assegurando o Município o restante valor.

MUNICÍPIO DE VILA REAL AVANÇA COM PROCESSO DE CLASSIFICAÇÃO DE BEM DE INTERESSE MUNICIPAL DO CHAFARIZ DO CABO DA BILA

A Câmara Municipal de Vila Real, na reunião de 27 de novembro de 2023, deliberou dar início ao procedimento de classificação de bem de interesse municipal do Chafariz do Cabo da Vila, ou Fontinha, sito ao fundo do Beco da Fontinha, com acesso pela via pública, através da rua da Fontinha.

Com a publicação do aviso em Diário da República, a 11 de janeiro de 2024, este imóvel passou a ser considerado em vias de classificação ficando, deste modo, protegido ao abrigo do que a lei dispõe sobre esta matéria. O chafariz do Cabo da Vila é um chafariz público, cuja construção é apontada para o Século XV, com o propósito de abastecer de água a população do antigo Cabo da Vila.

Mara Minhava, vereadora do pelouro da Cultura, referiu que a decisão de classificação desta imóvel, se prendeu “com a necessidade de proteger este património cultural que tem um valor inestimável para o concelho”, realçando o facto de “manter as características originais, como uma pedra de armas, que é o brasão mais antigo representativo do Município de Vila Real”.

Recorde-se que o restauro do chafariz do Cabo da Bila estava incluído no projeto "Vila Real Medieval", no âmbito do qual a autarquia vila-realense pretende valorizar o património medieval, através de um conjunto de ações que permitam, não só preservá-lo como dá-lo a conhecer, potenciando a sua visitação.

PROGRAMA MUNICIPAL DE APOIO AOS TRANSPORTES DO ASSOCIATIVISMO DESPORTIVO

O Município de Vila Real apresentou, no dia 15 de janeiro, o novo Programa Municipal de Apoio aos Transportes do Associativismo Desportivo, uma iniciativa que visa o apoio às deslocações de entidades ou organizações associativas, concretamente no transporte de atletas integrados nos diversos escalões de formação da respetiva associação ou coletividade desportiva para a prática de atividades desportivas no âmbito de provas oficiais e, apenas, na disputa de campeonatos nacionais ou inter-regionais das diferentes associações de modalidade com protocolo com o município de Vila Real.

Alexandre Favaios, vice-presidente e vereador do Desporto explicou que “este plano municipal justifica-se por dois aspetos particularmente relevantes, por uma lado, devido ao aumento do número de equipas que estão a praticar as mais diversas modalidades, por outro lado, devido à necessidade de apoiar as modalidades desportivas que, independentemente do número de atletas, atingem melhores resultados, o que implica um esforço suplementar dos clubes nas deslocações às fases finais dos diferentes campeonatos, assim como daqueles que já estão integrados em campeonatos nacionais”.

O acesso a este apoio, que é complementar a outros já existentes, será calculado com base na ponderação de um conjunto de critérios, nomeadamente, o número de escalões de atletas em competição (40%), o número de viagens/jogos a nível competitivo (20%), o historial e a relevância da competição em causa (20%), a valorização da modalidade no âmbito geográfico (10%), outros financiamentos que a coletividade possa ter (5%) e a sustentabilidade orçamental do plano de atividades (5%). No final do próximo mês de maio, após o encerramento das competições oficiais, serão então avaliadas, de acordo com os critérios mencionados, as coletividades que poderão ser beneficiárias deste apoio.

Refira-se que de 2013 a esta data as equipas a utilizar os equipamentos municipais passaram de 23 para 49, o que reflete a vivacidade das coletividades e associações desportivas concelhias, facto a que não é alheio o reforço do investimento municipal verificado nos últimos 10 anos. Realça-se que em 2013 o valor atribuído pelo município para apoio ao desenvolvimento desportivo era de 118 mil euros, dos quais cerca de 70% ficavam cativos nos cofres municipais para pagamento da utilização dos equipamentos desportivos. No presente, os clubes e associações, não só deixaram de pagar pela utilização destes espaços, como viram reforçadas as contribuições municipais para apoio à sua atividade de formação.

Em termos genéricos, entre aquilo que é o investimento direto, ou seja, o valor que é transferido para os clubes, aquilo que não é cobrado e a disponibilização de outras infraestruturas que não são municipais para que os clubes possam ter melhores condições para a sua prática desportiva, falamos em cerca de 600 mil euros anuais. Este novo programa vem, deste modo, reforçar o apoio municipal ao desenvolvimento desportivo com uma dotação anual de 50.000 euros.

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