TEATRO DE VILA REAL | RETROSPECTIVA 2017

teatro estatEm 2017 o Teatro Municipal de Vila Real manteve a dinâmica que lhe tem garantido um lugar de destaque no panorama das capitais de distrito nacionais e que tem obtido reconhecimento no meio cultural português e junto do público. A diversidade, a intensidade e a qualidade da programação do teatro vila-realense são uma referência e têm contribuído de forma decisiva para a afirmação de Vila Real.

Além disso, o ano viu ainda reforçada a estratégia de programação, com a introdução de algumas novidades mais subtis e outras mais notórias, como a criação do primeiro festival de dança contemporânea do interior norte, o Algures a Nordeste, e, no âmbito do mesmo projecto, a produção de duas criações originais: Vestígio e Barro.

No início de uma nova temporada, com as interrogações que o futuro sempre traz, é altura de fazer uma retrospectiva da temporada anterior em imagens e dados estatísticos.

Em 2017 o Teatro Municipal de Vila Real organizou ou acolheu mais de 280 eventos, entre programação própria (aproximadamente 200) e produções de agentes e instituições locais.

No âmbito da programação própria, realizaram-se 13 espectáculos de dança, 23 de teatro, 21 de teatro de rua e novo circo, 15 exposições, 30 sessões de cinema e mais de 60 concertos de vários géneros musicais, entre outros.

Estes eventos tiveram 48 mil espectadores e o Teatro recebeu ao longo do ano 245 mil visitantes. A taxa média de ocupação dos espaços foi de cerca de 75%.

Em concreto, passaram pelos palcos do TVR na área da música artistas consagrados como António Zambujo, The Gift, Miguel Araújo (com Via), Blind Zero, Aurea, Capitão Fausto, Luísa Sobral, Virgem Suta, Salvador Sobral, Noiserv, Raquel Tavares, The Black Mamba, Os Azeitonas, Camané e Lula Pena.

Muitos artistas emergentes tiveram também oportunidade de se apresentarem ao público vila-realense, em concertos isolados ou em ciclos e festivais: Lince, Nice Weather For Ducks, Ghost Hunt, Stereossauro, We Bless This Mess, Marco Luz, Birds Are Indie, Salto, GrandFtaher’s House, First Breath After Coma, Omiri, Palankalama, O Gajo, Sampladélicos, Port du Soul, M-Pex, Walter Hidalgo e Atlântida Guitar Trio, La Miseria Deluxe, Cachupa Psicadélica, Steve Smyth, :Papercutz, Memória de Peixe, Hot Air Balloon, Captain Boy, S. Pedro, Orquestra Fina, Cassete Pirata, Trêsporcento, entre outros.

A dança teve espectáculos de várias tendências e constituiu simultaneamente uma boa mostra da produção portuguesa. Além do bailado do Russian Classical Ballet, actuaram António Cabrita e São Castro, Kale Companhia de Dança, Companhia Nacional de Bailado (com 4 peças da digressão que celebrou os seus 40 anos), Companhia Paulo Ribeiro, Momentum Crew, Victor Hugo Pontes, Companhia de Dança de Almada, Companhia de Dança Contemporânea de Évora, Quorum Ballet, Olga Roriz, Joana Providência / Teatro do Bolhão, Mafalda Deville / Companhia Instável.

Representaram-se também vários géneros de teatro. Além das produções de teatro de rua e de novo circo do ciclo Arruada e de 3 produções do Teatro Nacional D. Maria II, com encenações de Marco Martins, Bruno Bravo e outros, apresentaram-se espectáculos de Limite Zero, Teatro Reflexo, Marionetas do Porto, Elmano Sancho, António Fonseca e José Alves, João Lagarto, Visões Úteis, Ao Cabo Teatro / Nuno Cardoso, Chapitô, Ensemble, José Pedro Gomes e António Machado, Teatro das Beiras, Artimagem, Chão de Oliva, Lua Cheia, Pé de Vento, e ainda as companhias locais Peripécia, Filandorra e Urze. No Arruada, participaram companhias de Portugal, Espanha e França, a saber: Cirk About It, Circolando, Artelier?, Teatro do Mar, Vaivén Circo, Companhia da Esquina, Radar 360º, Jean Philippe Kikolas, Boca de Cão, Bigolis Teatre, Projecto EZ, Holoqué, Picto Facto, Nuvem Voadora, Tiritirantes, Teatro em Caixa, Ymedio Teatro.

Como tem vindo a ser hábito, o Teatro de Vila Real co-produziu ou apresentou vários projectos com artistas ou produtores locais. Foram 16 os projectos continuados ou pontuais apoiados ou co-produzidos: ‘Fuga de Bacho n.º 4’ (reposição com o Mistério da Cultura), Bié, Umbíguo/Ricardo Tojal, Shortcutz, Cinema e Poesia (Colectivo Calhau e Shortcutz), ‘Oficinas Para Brincar’ e ‘Workshop Nas Férias’ (com a Lua de Alecrim), ‘Picolé Com Tectos’ e ‘Incalma’ (com a Transa), ‘Stand Down’ (estreia de Ángel Fragua), Academia Ad Libitum (com Inquieta), Os Putos do Jazz, ‘Concerto de Aranjuez’ (Paulo Vaz de Carvalho + Orquestra do Norte), Ponto de Guitarra, Look Closer Sessions e MAPI (com a Urze). No âmbito do apoio a artistas locais, foram organizados pelo TVR lançamentos de novos discos de Bié, Bardino e L Pertués.

Assegurou-se também o habitual apoio a agentes regionais, de diversas áreas, sob a forma de acolhimento de quase uma centena de eventos promovidos por associações, escolas e outras instituições do concelho.

Além de ter dado continuidade aos seus ciclos e festivais mais antigos e mais recentes — FAN, Vinte e Sete, Concertos de Verão, Concertos ao Pôr-do-Sol, Douro Jazz, Boreal, Ponto de Guitarra e Arruada (este em parceria com os Serviços de Turismo da CMVR) —, em 2017 o TVR criou, juntamente com o Teatro Municipal de Bragança, o primeiro festival de dança contemporânea do interior norte, o Algures a Nordeste. No âmbito deste mesmo projecto, e igualmente em parceria com o TMB, foram produzidas no ano passado duas criações originais: Vestígio e Barro.

O Serviço Educativo, além de espectáculos para públicos infanto-juvenis, organizou 13 workshops em diversas áreas artísticas, o último dos quais culminando com uma apresentação pública.

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