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forum bioVila Real é um exemplo internacional do ponto de vista do ambiente, sustentabilidade e educação ambiental. A escolha é da Associação Internacional de Cidades Educadoras que acaba de distinguir o Programa de Preservação da Biodiversidade desenvolvido neste município como uma das cinco melhores experiências internacionais nesta área.

É uma importante distinção internacional. O Programa de Preservação da Biodiversidade de Vila Real foi selecionado para integrar a quarta monografia da Associação Internacional de Cidades Educadoras, juntamente com as experiências ambientais que estão a ser desenvolvidas em apenas mais quatro cidades de todo o mundo, Barcelona (Espanha), Munique (Alemanha), Sorocaba (Brasil) e Changwon (Coreia do Sul).
Para a Câmara de Vila Real esta distinção contribui decisivamente para afirmar este concelho como o Destino da Biodiversidade em Portugal. “Este reconhecimento internacional vem provar que estamos a concretizar um projeto de sustentabilidade ambiental inovador e que Vila Real desempenha um papel decisivo na importante tarefa de preservar o património biológico europeu”, sublinha Miguel Esteves, vereador da Câmara Municipal de Vila Real responsável pelo pelouro do Ambiente.

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Encerramento temporário do percurso pedonal entre as piscinas de codessais e os moinhos
No âmbito da empreitada de reabilitação do Parque Corgo, iniciada em dezembro de 2012, do Programa de Preservação da Biodiversidade de Vila Real, materializado pelo projeto SEIVACORGO, cofinanciado pelo Programa Operacional Regional do Norte (ON 2 – O Novo Norte-QREN), a Câmara Municipal de Vila Real comunica aos munícipes o encerramento temporário do percurso pedonal entre as piscinas e os moinhos, para a construção do muro de gabião com estacaria viva. Esta intervenção pretende resolver uma questão de segurança de quem circula nesse troço do parque.
O encerramento deste troço tem como principal objetivo a salvaguarda da segurança dos utilizadores do Parque Corgo. Está previsto que estes trabalhos decorram entre 28 de janeiro e 18 de fevereiro de 2012.
Pede-se a compreensão de todos os utilizadores, pois estes trabalhos têm como fim a preservação da qualidade ambiental do Parque Corgo, como bem comum.

 

pcorgoMunicípio avança com a obra de recuperação do passivo ambiental e eliminação de disfunções no Parque Corgo

Foi assinado no início do mês de Dezembro o contrato para a execução da intervenção de reabilitação do Parque Corgo, no âmbito do Programa de Preservação da Biodiversidade de Vila Real, materializado pelo projeto SEIVACORGO, cofinanciado pelo Programa Operacional Regional do Norte (ON 2 – O Novo Norte-QREN).

Os trabalhos a realizar nesta empreitada destinam-se a eliminar as disfunções ambientais existentes, nomeadamente a presença de espécies exóticas infestantes, estabilização, preservação e valorização das margens ribeirinhas e a conceção de espaços lúdicos/educativos ao longo do Parque Corgo, tendo por base a temática "água". Serão utilizadas técnicas de engenharia biofísica (engenharia verde) e a filosofia de intervenção procura valorizar e reabilitar o património autóctone local.

Ao longo dos cinco meses de trabalho, está prevista a interdição de parte dos percursos que hoje são utilizados pelos vilarealenses, no estrito cumprimento das normas de segurança preconizadas para a obra. Nessa medida, apela-se à compreensão dos cidadãos para os eventuais transtornos causados, sobretudo para aqueles que utilizam o parque na sua atividade de lazer. Ainda no âmbito da intervenção, a Câmara Municipal de Vila Real organizará visitas guiadas à empreitada, com o intuito de mostrar aos cidadãos as técnicas utilizadas para a requalificação do Parque Corgo, sobretudo as ligadas à engenharia verde. Essas visitas serão anunciadas atempadamente, dando a possibilidade aos cidadãos de se inscreverem e acompanharem a intervenção. Está prevista igualmente a comunicação das possíveis alterações/interdições no percurso pedestre do Parque.


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O Município de Vila Real aceitou o mote endereçado pelo movimento “Vamos Plantar Portugal” e juntou-se às comemorações do Dia da Floresta Autóctone na 3ª edição da “Semana da Reflorestação Nacional”, à semelhança com o que aconteceu nos anos transatos.

Em Vila Real esta iniciativa realizou-se no dia da celebração do Dia da Floresta Autóctone, 23 de Novembro, no Parque Corgo da Cidade de Vila Real. O festejo acolheu cerca de 150 alunos da educação pré-escolar, dos ensinos básico e secundário, oriundos da Escola Básica das Árvores, do Jardim de Infância e Escola Básica do Corgo, do Agrupamento de Escolas Diogo Cão e da Escola Monsenhor Jerónimo do Amaral (Grupo Agro-Florestal) que plantaram/apadrinharam cerca de 150 árvores etiquetadas com o nome de cada aluno.

A animar a festa biodiversa estiveram também os alunos da licenciatura de Engenharia Florestal e o representante do Projeto Rios, Eng.º Pedro Teiga, que sensibilizaram os mais pequenitos para a necessidade de preservação da Natureza e dos Rios.

Foram estabelecidas parcerias com o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas -Direção Regional das Florestas do Norte e com a Universidade de Trás os Montes e Alto Douro - Departamento de Ciências Florestais e Arquitetura Paisagista, para implementarmos esta ação de Educação Ambiental para a Cidadania nas escolas do Município de Vila Real aderentes.

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O apelo que o Município de Vila Real lançou aos amantes da fotografia da natureza foi um sucesso. Ao concurso de fotografia da biodiversidade de Vila Real foram apresentados 225 trabalhos anunciados por 44 participantes que captaram momentos únicos do nosso território tão diverso, com uma riqueza faunística e florística inigualável.

A paisagem foi o tema mais concorrido, contando com 65 imagens. As proporções de trabalhos apresentados por tema distribuem-se da seguinte forma: 12% Aves, 14% Mamíferos, 20% de Outra Fauna, 25% de Flora e 29% de Paisagem. O concurso de fotografia enquadra-se na estratégia desenvolvida ao nível da valorização e promoção do concelho, encarada como um dos pilares da promoção do Programa de Preservação da Biodiversidade, cujo objetivo final é retratar as externalidades ambientais da paisagem de Vila Real e do território, nas suas diferentes dimensões.

O mote para o desenvolvimento deste concurso foram os workshops de fotografia, desenvolvidos em sessões temáticas, contando com a presença de cinco fotógrafos de referência ao nível nacional: Luís Quinta, Albano Soares, Ernestino Maravalhas, Armando Caldas e João Cosme. A fotografia é considerada uma ferramenta fundamental de sensibilização da população para a riqueza patrimonial de Vila Real, já que sendo uma linguagem universal, é o registro indelével, em imagens e expressões que perpetuam a temporalidade, eternizando momentos únicos.

As imagens recebidas neste concurso e as captadas nos workshops de fotografia são a base do banco de imagens que o Município de Vila Real está a constituir. O júri deste concurso é constituído por três fotógrafos de Wild Life Photography: Luís Quinta, João Cosme, Armando Caldas. Para além destes, João Ribeiro da Silva e Duarte Carvalho completam o júri, em representação, respetivamente da Câmara Municipal e do Museu do Som e da Imagem. Neste momento, o júri vai debruçar-se na análise dos trabalhos apresentados, que superaram as expetativas inicialmente apontadas. Dado o elevado número de imagens, a apreciação deverá estar concluída até ao final de dezembro.

A exposição pública dos trabalhos deverá estar pronta em meados de março de 2013.