PROGRAMAÇÁO DE JANEIRO A MARÇO | 2018

JANEIRO | FEVEREIRO | MARÇO | 2018

PROGRAMAÇÃO DE JANEIRO A MARÇO | 2018

QUALIDADE E DIVERSIDADE

 

Folheie a agenda online:

https://issuu.com/teatrodevilareal/docs/tvr-agenda-jan-fev-mar-2018/1?ff=true

 

No primeiro trimestre de 2018 recebemos um dos nomes maiores da música portuguesa, Rui Veloso, no âmbito de uma digressão acústica que elegeu o Teatro de Vila Real como um dos pontos de passagem obrigatórios. Uma rara oportunidade para ver em sala um dos ícones da história da música nacional.

 

Com uma carreira bastante mais recente, mas nem por isso menos fulgurante, Gisela João é outra das artistas que se destacam neste período.

 

A programação musical do trimestre é sobretudo feita de diversidade. Em Janeiro, aliás, importa destacar o FAN – Festival de Ano Novo que celebra a música de tradição ou inspiração clássica. São sete espectáculos que, sob o mote «da tradição à contemporaneidade», trazem artistas de quatro países, da música de Tchaikovsky para o ballet ‘O Quebra-nozes’ às experiências mais contemporâneas do duo Ceeys ou do pianista Quentin Sirjacq, a par de instrumentistas de topo como Filipe Quaresma e Afonso Fesch e da versátil Orquestra de Câmara Galega, pela primeira vez na cidade.

 

A nova música portuguesa, com artistas emergentes e outros já consagrados, tem duas vias de expressão: o palco do Café-Concerto, por onde passam, entre outros, BenjamimÉme e Grandfather’s House, e o BOREAL, o festival de Inverno vila-realense que na sua terceira edição se constitui de novo como montra da vivacidade das novas gerações lusas, com um cartaz de dez nomes liderado por Mirror People e Keep Razors Sharp.

 

Não esquecemos os músicos da região: Namari e Can Cun apresentam-se ao público vila-realense, estes últimos com novo disco que estrearão precisamente no Boreal.

A diversidade cumpre-se, naturalmente, com outros géneros artísticos. O cinema, por exemplo, tem uma forte presença, com dez sessões do que de melhor se faz em Portugal e no mundo, integradas nos ciclos Cinema Sem PipocasShortcutz e Olhares do Mediterrâneo – Cinema no Feminino, que pela primeira vez se apresenta em Vila Real, numa parceria entre o Teatro e a UTAD.

 

Uma programação ecléctica de teatro marca o trimestre. ‘Elizabeth Costello’, de Cristina Carvalhal, ‘Mundo Interior’, uma colaboração de João Garcia Miguel e João Paulo Santos, ‘Arabesco’ e ‘Lobo Mau’, da Red Cloud,‘Dança da Chuva’, do Elefante Elegante, ‘Atelier Paixão’, do Projecto Ruínas, e ‘A Grande Vaga de Frio’, com Emília Silvestre, que abre o festival VINTE E SETE no Dia Mundial do Teatro, são seis produções que vão desde o teatro assente em textos dramáticos ao teatro gestual, das marionetas ao teatro em cruzamento com o circo contemporâneo. Para público adulto ou para ver em família.

 

As famílias têm, de resto, quatro produções que lhe são dedicadas durante o trimestre, incluindo o filme-concerto ‘Filmes da Terra do Pai Natal’.

 

Uma palavra ainda para o espectáculo ‘Beat Hotel’, que põe em concerto a poesia da Beat Generation num magnífico projecto de André Gago e da Beat Hotel Band que antecipa a celebração do Dia Mundial da Poesia.