JANEIRO, FEVEREIRO E MARÇO | 2019

JANEIRO, FEVEREIRO E MARÇO | 2019

 

Folheie a agenda online: https://issuu.com/teatrodevilareal/docs/tvr_jan_fev_mar_2019/1?ff=true

No primeiro trimestre do ano são apresentadas 12 peças teatrais de diferentes géneros, cinco das quais para público infanto-juvenil e familiar. Destaque para duas produções do Teatro Nacional D. Maria II (Quarto Minguante e À Espera de Godot), para uma encenação de Diogo Infante do texto O Deus da Carnificina, de Yasmina Reza, e para a peça À Espera de Beckett ou Quaquaquaqua que, no Dia Mundial do Teatro, evoca um nome caro do imaginário colectivo português, o actor Ribeirinho.

O início do ano é, contudo, marcado pela música, com o FAN – Festival de Ano Novo, vocacionado para a música de tradição ou inspiração clássica. Na edição de 2019 do FAN, são 9 espectáculos, de 5 a 27 de Janeiro, que passam, entre outros, pelo bailado do Russian Classical Ballet, o concerto da Orquestra Filarmonia das Beiras, a música de pendor contemporâneo do duo polaco Hania Rani & Dobrawa Czocher, além de três momentos com músicos locais.

De resto, o trimestre inclui 11 projectos locais, constituindo-se parte da programação deste período como uma montra da produção artística da região. Destaque para o ciclo do Café-Concerto, desta vez integralmente dedicado a artistas locais, para uma nova produção do projecto Banda à Varanda, para a estreia da Banda Sinfónica Transmontana e para a peça O Calhau, uma criação original produzida pelo Teatro Municipal de Vila Real (que convidou para o efeito actores da região), integrada no projecto O Teatro e as Serras, no âmbito do Orçamento Participativo Portugal 2017, gerido pela Direcção Regional da Cultura do Norte.

O cinema de qualidade tem vários momentos ao longo destes meses, merecendo particular relevo o filme Raiva, de Sérgio Tréfaut, e o ciclo Olhares do Mediterrâneo – Cinema no Feminino, que de novo se apresenta em Vila Real numa parceria com a UTAD.

Em Fevereiro ocorre a quarta edição do Boreal – Festival de Inverno, dedicado como habitualmente à nova música portuguesa, nas áreas do rock, pop e electrónica. O programa de 2019 será oportunamente divulgado em suporte próprio.

The Gift, Bruno Nogueira e Sérgio Godinho são nomes bem conhecidos do público que apresentam em Vila Real novos trabalhos, sendo o concerto de Sérgio Godinho o ponto alto da semana em que se assinalam os 15 anos da abertura do Teatro de Vila Real.

 

Mais informações:

www.facebook.com/teatrovilareal

www.instagram.com/teatrodevilareal

 

 

SEXTA 15 / SÁBADO 16 | FEVEREIRO

10h30/14h30 (SEX) | Escolas: GRATUITO

16h00 (SÁB): 3€

PEQUENO AUDITÓRIO | M3 | 45 MIN

'A ILHA'

ESTAÇÃO DAS LETRAS

Público-alvo: Ensino Pré-Escolar, 1.º Ciclo, Famílias

 

Ilha, um pedaço de terra cercado de água por todos os lados.
Uma ilha abraçada pelo vento, embalada pela chuva e beijada pelo sol. Um recreio para bichos e bicharocos e um lar para uma família.
O espectáculo convida a sentir a ilha, a descobrir a sua essência, a habitá-la. Jogos de luzes e sombras levam o público a fazer parte de um mundo sensorial e imaginário. Sons misteriosos, marionetas e projecção de imagens convidam todos a embarcar numa viagem surpreendente. Ondas gigantes, nuvens que deslizam e animais com formas únicas dão vida a este espectáculo.

 

Direcção: Tiago Duarte e Paulo Santos
Cenografia, adereços: Paulo Santos, Arte Rita Raiz Voadora, Rosa Marques e Vítor Santos
Interpretação: Tiago Duarte
Poema: Oswaldo Montenegro (spa)
Iluminação: Paulo Santos e Tiago Duarte
Edição de vídeo: Margarida Franco
Fotografia: Margarida Franco
Produção: Nuno Tiago da Silva Duarte - Estação das Letras

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SÁBADO 16 | FEVEREIRO

21h00 | GRANDE AUDITÓRIO

V CLAVE

REAL FESTIVAL DE TUNAS FEMININAS

"O Clave está de volta aos palcos de Vila Real e promete boa música e animação num espetáculo que conta com a atuação de tunas vindas dos quatro cantos do país."

 

Bilhete estudante: 3,5€  |  Bilhete normal: 5€

 

Organização:

VIBRATUNA  - Tuna Feminina da Universidade de Trás-os-Montes e Alto-Douro

TERÇA 19 | FEVEREIRO

21h30 | PEQUENO AUDITÓRIO

M14 | 92 MIN | 5€/3,5€/2,5€

'CRIMES SOMBRIOS'

UM FILME DE ALEXANDROS AVRANAS

Crime, Drama, Thriller | EUA/POL | 2018
Com: Jim Carrey, Marton Csokas, Charlotte Gainsbourg

O polícia Tadek (Jim Carrey) investiga um assassinato não resolvido e encontra semelhanças entre o crime e um livro do artista polaco Krystov Kozlow (Marton Csokas).
Ele começa a investigar a vida do escritor e da sua namorada, uma mulher misteriosa (Charlotte Gainsbourg) que trabalha num “clube de sexo”. A obsessão dele aumenta, ficando cada vez mais atormentado, entrando num submundo de sexo, mentiras e corrupção.
Baseado no artigo ‘True Crime: Um mistério de assassinato pós-moderno’ de David Grann, sobre o assassino condenado Krystian Bala, publicado em 2008 pela ‘The New Yorker’. 

 

 

QUARTA 20 | FEVEREIRO

22h30 | CAFÉ-CONCERTO

M/12 | 60 MIN | GRATUITO

LOS KIZOMBIES

Los Kizombies são um quarteto instrumental que através das suas guitarras vintage recria o som dos conjuntos portugueses dos anos 60 e das bandas surf americanas dessa época.
Nos seus temas originais encontram-se a música popular portuguesa, o tango, a rumba e até umas pitadas de 'África'. Tudo bem misturado e servido num cocktail surf-garage que nos fará sentir o mar em Trás-os-Montes!

 

pe7erpanic: guitarras, teclas e maracas

edmónius: guitarras, teclas e voz
Allx: baixo
Z: bateria

 

Duração: 60 min.

M/12 anos

Entrada gratuita 

SEXTA 22 / SÁBADO 23 | FEVEREIRO

GRANDE AUDITÓRIO / PEQUENO AUDITÓRIO / CAFÉ-CONCERTO 

BOREAL

FESTIVAL DE INVERNO

 

4.ª EDIÇÃO

 

TRÊS PALCOS E DOIS DIAS DE CONCERTOS PARA EXORCIZAR O INVERNO

 

O Norte e o Inverno são duas características do imaginário de Trás-os-Montes que o BOREAL evoca, em interacção aberta com a criação musical portuguesa.

Entre o Pequeno Auditório, a Caixa de Palco do Grande Auditório e o Café-Concerto, a música move-se à volta da electrónica e do indie pop/rock e folk, com artistas emergentes da música portuguesa e projectos paralelos de nomes já consagrados.

Programa a divulgar oportunamente.

SEXTA 1 | MARÇO

THE GIFT: cancelamento

 

Tendo em conta que o início da digressão de apresentação do novo disco dos The Gift teve, por motivos de força maior, de ser adiado duas semanas, o concerto de 1 de Março no Teatro de Vila Real não se realizará. Pelo facto pedimos as nossas desculpas. Estamos a estudar com a banda uma nova data que oportunamente comunicaremos.  

SÁBADO 2 | MARÇO

21h30 | PEQ. AUDITÓRIO

M12 | 90 MIN | 5€/3,5€/2,5€

'CONVERSAS DE ESQUINA'

de Rui Alves Leitão

FÉRTIL CULTURAL

 

Num espaço e num tempo comum duas mulheres encontram-se e conversam. Que conversas são essas? Quantas vezes se encontram? E têm sempre conversa?
No ponto onde duas vias se intersectam, estas duas mulheres intersectam as suas vidas tendo sempre uma conversa pronta na ponta da língua. Diálogos em catadupa sem propósito premeditado, mas com o propósito de se esclarecerem sobre o que as rodeia.
A esquina serve de metáfora ao espaço onde tantas conversas acontecem.

 

Texto e encenação: Rui Alves Leitão
Interpretação: Neusa Fangueiro e Tanya Ruivo
Cenografia e figurinos: Carlos Neves
Desenho de luz: Paulo Neto
Co-produção: Fértil Cultural, Casa das Artes de Famalicão e Teatro Diogo Bernardes
Apoio: Enif
Técnico de luz: César Cardoso
Produção executiva: Cristiana Morais
Fotografia: Margarida Ribeiro
Vídeo: Rúben Marques

Estrutura financiada pela Direcção Geral das Artes/ Mistério da Cultura/ República Portuguesa

 

Classificação: M/12 anos
Duração: 90 min.
Bilhetes: 5€ / 3,5 € / 2,5€

 

 

 

 

 

 

 

 

 

QUARTA 6 | MARÇO

22h30 | CAFÉ-CONCERTO

M/12 | 60 MIN | GRATUITO

BIÉ

BIÉ é um jovem cantautor transmontano que, a partir de um vasto leque de influências, do blues ao folk e ao rock alternativo, se movimenta livremente na criação musical. 
Apresenta ao vivo temas do seu primeiro EP, ‘Desert Venice’, e canções inéditas de um disco já gravado e a editar num futuro próximo. Nos seus concertos interpreta também temas em que vai trabalhando e a que gosta de dar existência própria apresentando-os ao vivo, inclusive e cada vez mais também em português. 

Duração: 60 min.

M/12 anos

Entrada gratuita 

 

SÁBADO 9 | MARÇO

21h30 | PEQUENO AUDITÓRIO

M14 | 100 MIN | 5€/3,5€/2,5€

'À ESPERA DE GODOT'

Encenação de David Pereira Bastos | Texto de Samuel Beckett | Uma co-produção do Teatro Nacional D. Maria II

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Encontrar a melhor maneira, a mais livre, curiosa e perplexa de passar o tempo.
Nada é real. Tudo é pretexto para passar o tempo, por nenhum sentido que faça. Estar vivo. Estar no palco.
Esta é uma montagem de ‘À espera de Godot’ assente no trabalho do actor e na escuta permanente do texto e da partitura proposta por Beckett. Como manter o texto vivo para actores e público? Como ser-se livre enquanto criadores e artistas com um texto com tantas restrições impostas pelo autor?

Encenação: David Pereira Bastos
Texto: Samuel Beckett
Tradução: José Vieira Mendes
(‘À espera de Godot’, edições Cotovia, 2000)
Interpretação: Bruno Simão, David Pereira Bastos, Miguel Moreira, Rui M. Silva
Cenografia e figurinos: Bruno Simão
Desenho de luz: José Álvaro Correia (adaptação e operação: Luís Moreira)
Coordenação de produção: Manuel Poças
Produção: Estado Zero | Co-produção: TNDMII
Apoio: Fundação GDA

 

Classificação: M/14 anos
Duração: 140 min.
Bilhetes: 5€ / 3,5 € / 2,5€

 

quarto minguante logos 2

TERÇA 12 | MARÇO

21h30 | PEQUENO AUDITÓRIO

ENTRADA GRATUITA

SHORTCUTZ #50

 

Co-produção:
SHORCUTZ VILA REAL / TEATRO DE VILA REAL

SEXTA 15 | MARÇO

21h30 | GRANDE AUDITÓRIO

M16 | 90 MIN | 13€

BRUNO NOGUEIRA

'DEPOIS DO MEDO'

Stand up comedy

 

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‘Depois do medo’ marca o regresso de Bruno Nogueira ao stand up e, juntamente com isso, o regresso à escrita de sinopses na terceira pessoa do singular. Neste seu novo espectáculo, Bruno Nogueira aborda questões que só incomodam pessoas que têm demasiado tempo livre. Entre os temas interessantíssimos poderão encontrar a intrigante problemática das pessoas que, sem terem nada na boca, mastigam quando estão a olhar para alguém a comer. Um encantador processo mental.
Como podem ver, o mundo, tal como o conhecem, vai ficar exactamente igual. Mas o Bruno, tal como o conhecem, vai ficar muito mais aliviado por ter semeado os problemas dele na vossa cabeça. 

Classificação: M/16 anos
Duração: 90 min.
Bilhetes: 13€

SÁBADO 16 / DOMINGO 17 | MARÇO

16h30/18h30 | PEQUENO AUDITÓRIO

M12 | 3€

OLHARES DO MEDITERRÂNEO

CINEMA NO FEMININO

 

Pelo segundo ano, o Teatro de Vila Real e a UTAD organizam uma extensão do festival ‘Olhares do Mediterrâneo – Cinema no Feminino’, apresentando uma selecção de filmes da sua 5.ª edição.

 

(Os filmes a exibir na UTAD nos dias 18 e 19 de Março serão divulgados oportunamente)

Programa no Teatro de Vila Real:

 

16 Março – Sábado

 

16h30

AREKA (The Ditch)

Atxur Animazio Taldea (colectivo), Begoña Vicario (Coordenação)

Espanha | anim | 2017 | 6’

 

EL COLOR DE LA SED (The Color of Thirst)

Gala Gracia

Espanha | fic | 2017 | 21’

 

NEGAH (Gaze)

Farnoosh Samadi Itália

Irão | fic | 2017 | 15’

 

EL PESO DE LA MANTA (The Weight of the Blanket)

Francesca Romana Degl’Innocenti, Aisha Doherty, Julie France, Clelia Goodchild, Leanne Hayman, Becky Lamich, Prunelle Mathet Girardeau, Toulla Mavromati, Cindy Parker, George Brereton, John English, Tom Gardner, David Innes e James Royle

Espanha Spain | doc | 2016 | 36′

 

18h30 

MY KAABA IS HUMAN
Sinem Taş
Portugal | doc | 2017 | 23’
 
IRIOWENIASI. EL HILO DE LA LUNA (Irioweniasi. The Thread of the Moon)
Esperanza Jorge e Inmaculada Antolínez
Marrocos, Espanha, Nigéria | doc | 2018 | 48’
 
17 Março - Domingo
 
16h30:
DYNAMIQUE ET MOTIVÉ (Dynamic and Motivated)
Malou Lévêque
Françafic | 2017 | 27’
 
BENIM KUCUK SOZLERIM (My Short Words)
Büşra Bülbül e Bekir Bülbül
Turquia | fic | 2017 | 71’
 
18h30:
AVANT LA FIN DE L’ÉTÉ (Before Summer Ends)
Maryam Goormaghtigh
França, Suíça | doc | 2017 | 80’
 
Para consultar as sinopses e ver os trailers dos filmes, visite o sítio www.olharesdomediterraneo.org.
Organização: Olhares do Mediterrâneo, CRIA, UTAD, Teatro de Vila Real

TERÇA 19 | MARÇO

21h30 | PEQUENO AUDITÓRIO

M14 | 88 MIN | 5€/3,5€/2,5€

'RAIVA'

UM FILME DE SÉRGIO TRÉFAUT

A partir do romance ‘Seara de Vento’, de Manuel da Fonseca.

 

Drama | POR/BRA/FRA | 2018

Com: Isabel Ruth, Leonor Silveira, Hugo Bentes, Kaio Cesar, Rita Cabaço, Lia Gama, Adriano Luz, Diogo Dória, Catarina Wallenstein, Sergi López, Luís Miguel Cintra, Herman José, José Pinto, Rogério Samora, Pedro Gabriel Marques, Dinis Gomes, Marília Villaverde Cabral, João Pedro Benard Chico Chapas e Américo Silva

 

Alentejo, 1950. Nos campos desertos do Sul de Portugal, fustigados pelo vento e pela fome, a violência explode de repente: vários assassinatos a sangue frio têm lugar numa só noite. Porquê? Qual a origem dos crimes? Adaptação de ‘Seara de Vento’, de Manuel da Fonseca, um clássico da literatura portuguesa do século XX, ‘Raiva’ é um conto negro sobre o abuso e a revolta.

 

 

QUARTA 20 | MARÇO

22h30 | CAFÉ-CONCERTO

M/12 | 60 MIN | GRATUITO

JACKETX

Jacketx nasce em 2013, pelas mãos de Francisco Lima (Conferência Inferno), em Vila Real. Conta com três registos de estúdio: ‘Original Soundtracks v1.0’ (2017), ‘Colateral’ (2015) e o EP ‘SeaFuzz’ (2014).

O próximo trabalho atravessa caminhos repetitivos e espaciais, conjugando influências da música kraut, drone e post-punk, que resultam numa paisagem sintética, minimalista e obscura. Mais do que criar músicas, Jacketx pretende criar um ambiente a partir de texturas e sobreposição de elementos.

«Os synths psicadélicos conduzem-nos por uma sinuosa jornada pela electrónica experimental. Estamos ansiosos por ver a pista a fervilhar.» Marco Coelho, Fuga

 

Duração: 60 min.

M/12 anos

Entrada gratuita 

QUINTA 21 / SEXTA 22 | MARÇO

14h30 (QUI) / 14h30/21h30 (SEX) | GA (PLATEIA)

M6 | 55 MIN | ESCOLAS: GRATUITO / GERAL: 5€/3,5€*

'OTUS'

Companhia O&B

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'Otus' enraíza-se na natureza humana. Este espectáculo é uma perspectiva única, um vislumbre sobre as vidas, motivações, relacionamentos e hábitos de dois seres que vivem num mundo abstracto.

Utilizando técnicas de circo, teatro físico, movimento, clown e cenografia, Otus explora a tensão, o espaço entre personagens, objectos e o mundo de madeira em que residem.

A companhia Oliveira & Bachtler foi fundada por Hugo Oliveira e Sage Bachtler Cushman em 2013. Sage foi aluna do The National Institute of Circus Arts (Austrália) e Hugo da London International School of Performing Arts (Inglaterra).

Contratados para a criação do espectáculo ‘Bianco’, da companhia inglesa NoFit State, realizaram várias digressões juntos antes de formarem a Oliveira & Bachtler.

Com o apoio do Incubator, programa de desenvolvimento criativo do Wales Millennium Centre, criaram e apresentaram a sua primeira performance, ‘Portus’.

O Chapter Arts Center e a NoFit State seleccionaram posteriormente a companhia para um trabalho em duas fases. Na primeira fase, apresentaram a sua segunda performance, ‘Dessert Trees’, perante um painel internacional na Wales Dance Platform, em 2015. Após esta apresentação, a companhia recebeu apoio através do Coreo Cymru e do Arts Council of Wales para desenvolver a peça que agora apresentam, ‘Otus’.

 

Conceito, direcção e interpretação: Hugo Oliveira e Sage Bachtler Cushman

Dramaturgia: H. Oliveira, S. B. Cushman e Luciano Amarelo

Apoio artístico: Luciano Amarelo

Cenografia: H. Oliveira, S. B. Cushman e Bruno Neto

Fotografia: Ashleigh Georgiou e JP Martins

Produção: Carole Blade e Rodrigo Matos

Desenho de luz: H. Oliveira, S. B. Cushman e Sérgio Vilela

Operação de som e luz: Sérgio Vilela

Figurinos: Carolina Sousa e Thomas Benjamin

Co-produção: Coreo Cymru & Chapter, Arts Council of England, Company Oliveira & Bachtler

Residência artística: Cace Cultural do Porto, Companhia Umpor1, Teatro Municipal de Vila do Conde, The Black-E, Wales Millenium Centre.

Agradecimentos: Corda Bamba, Circolando, Luciano Amarelo, Companhia Umpor1, lago

 

Classificação: M/6 anos

Duração: 55 min.

Escolas: Gratuito | Geral: 5€ / 3,5 € / 2,5€

SÁBADO 23 | MARÇO

21h30 | GRANDE AUDITÓRIO

M/6 | 90 MIN | 5€

SÉRGIO GODINHO 

'Nação valente'

 

Sérgio Godinho, o ‘escritor de canções’, está regresso ao Teatro de Vila Real com ‘Nação Valente’, o novo disco, primeiro de originais desde ‘Mútuo Consentimento’, de 2011.

‘Nação Valente’ traz-nos de volta ao conforto e à inquietação que Sérgio Godinho nos tem proporcionado ao longo da sua carreira. Mas transporta-nos ainda para territórios poéticos e musicais de alguma forma inéditos na obra do cantautor e que ilustrarão, seguramente, os seus futuros ‘best of’, um conjunto de temas que pode muito bem representar aquele que tem sido o ‘nosso’ quotidiano na presente década.

Em palco, ‘Nação Valente’ cresce. Às canções que compõem o disco juntam-se outras, menos recentes, das mais e menos conhecidas, e que por certo enriquecem o retrato desta nação valente.

 

Sérgio Godinho: voz

Nuno Rafael: direcção musical, guitarras eléctricas e acústicas, cavaquinho, lap steel guitar, teclado, percussão, coros

Miguel Fevereiro: guitarras eléctricas e acústicas, percussão, coros

Nuno Espirito Santo: baixo, guitarra, teclado, percussão

João Cardoso: teclados, samplers, coros

Sérgio Nascimento: bateria, percussão

 

Duração: 90 min.

M/6 anos

Bilhetes: 5€

QUARTA 27 | MARÇO

21h30 | PEQUENO AUDITÓRIO

M12 | 80 MIN | 5€/3,5€/2,5€

 

dia mundial do teatro

 

'À ESPERA DE BECKETT OU QUAQUAQUAQUA'

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Em 1959, ‘À Espera de Godot’, de Beckett, estreou em Portugal com encenação de Francisco Ribeiro, o ‘Ribeirinho’ dos filmes ‘O Pai Tirano’ e ‘O Pátio das Cantigas’. O país estava na ressaca das eleições de Humberto Delgado. Em 1969, Ribeirinho voltou a montar a peça, já depois da queda de Salazar. Nesse mesmo ano, Beckett tinha estado em Portugal. De férias em Cascais, tentando ler os jornais portugueses, terá Beckett sabido que em Lisboa se ensaiava a sua peça? Como reagiriam os actores se soubesse que Beckett vinha? E como reagiria Beckett ao ver a sua personagem ‘Gogo’ feita pelo mesmo actor de ‘Chico Mega’, de ‘O Pai Tirano’, ou de ‘Rufino Fino’, de ‘O Pátio das Cantigas’? Em ‘À Espera de Beckett ou Quaquaquaqua’ imaginamos estas e outras possibilidades. O espectáculo é uma viagem pelo imaginário colectivo, onde se cruzam as lembranças de personagens de teatro com os factos da história de um país. A partir de uma sala de ensaios ficcional, que atravessa três décadas, pomos em cena a necessidade de seguir o guião ou de romper com ele de vez. Esta peça é como uma colecção de sonhos de Ribeirinho, dos seus actores e das personagens que eles criaram. Em 1973, Ribeirinho fez a última tentativa, levando o espectáculo em digressão por Angola, para colonos e militares. O que esperariam eles ao fim desses anos todos?

 

Texto e encenação: Jorge Louraço

Interpretação: João Delgado Lourenço, Mário Moutinho, Óscar Silva e Pedro Diogo

Direcção de arte: Patrícia Mota

Desenho de luz: José Neves

Som: Pedro Pires Cabral

Assistência de figurinos: Isabel P.

Produção delegada: Antunes Fidalgo, Unipessoal

Produção Executiva: Amarílis Felizes

Co-produção: Teatro da Trindade - Fundação INATEL, Teatro Constantino Nery - Câmara Municipal de Matosinhos, Câmara Municipal de Viana do Castelo

 

Classificação: M/12 anos
Duração: 80 min.
Bilhetes: 5€ / 3,5 € / 2,5€

SEXTA 29 / SÁBADO 30 | MARÇO

14h30 (SEX) / 16h00 (SÁB) | PEQ. AUDITÓRIO

M6 | 60 MIN | SEX: GRATUITO / SÁB: 3€

 

vinte e sete

 

'VER A ODISSEIA PARA CHEGAR A ÍTACA'

Companhia Projeto d

 

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«Um espectáculo que parte do clássico grego ‘A Odisseia’ para contar as aventuras de Ulisses de uma forma lúdica e divertida. Partimos do original de Homero para recuperar as antigas tradições das histórias contadas e narradas com o corpo todo. Assim, com a palavra e com o movimento reconstruimos esta viagem clássica que acompanha o nosso herói de regresso a Ítaca e à sua Penélope e conhecemos algumas das personagens mais marcantes da história da mitologia para compreender que parte de nós pode ainda viajar nesse mar antigo. O espectáculo conta com a participação activa do público que será convidado a colaborar, ora narrando e comentando, ora fazendo a banda sonora. Pretendemos assim fazer a viagem juntos porque nas mesmas palavras de Homero: «leve é a tarefa quando muitos dividem o trabalho».

 

Criação: Jorge Loureiro e Leonor Barata

Interpretação: Leonor Barata

Texto: a partir de ‘A Odisseia’, de Homero

Produção: 1bigo - artistas e eventos

 

Classificação: M/6 anos

Duração: 60 min.

Sexta: Gratuito / Sábado: 3€