DE 17 A 21 | OUTUBRO

21h30 | FOYER E SALA DE ENSAIOS

M/12 | GRATUITO

 

'EMBODIED NATURES'

DE ISABEL COSTA

[ACTIVIDADES PROGRAMADAS EM PARCERIA COM A URZE TEATRO]

 

DE 17 A 21 DE OUTUBRO | FOYER
‘WORKBOOK’
INSTALAÇÃO AUDIOVISUAL

Enquanto processo criativo, na concretização de uma prática pessoal, Isabel Costa propôs-se criar um diário plástico, ao longo de um ano.
A ideia era criar um espaço onde pudesse guardar e partilhar com o 'mundo', memórias físicas e plásticas de pequenos acontecimentos que lhe estimulavam um movimento interno.
‘Embodied Natures | Workbook’ materializa em formato de instalação audiovisual esse diário plástico.

Concepção: Isabel Costa
Consultadoria artística: Joana von Mayer Trindade

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17 DE OUTUBRO | 21h30 | SALA DE ENSAIOS
‘A SENSITIVE PERSPECTIVE’
PERFORMANCE DE DANÇA

Uma performance que surge a partir dos materiais recolhidos por Isabel Costa para o seu Arquivo Online, um diário plástico onde guardou imagens, movimentos ou sons que iam surgindo no seu dia-a-dia e despoletavam o seu interesse enquanto espectadora de movimentos.

Concepção e interpretação: Isabel Costa
Consultadoria artística: Joana von Mayer Trindade
Música: Filipe Lopes
Figurino: Jordann Santos

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18, 20 E 21 DE OUTUBRO | 21h30 | SALA DE ENSAIOS
‘PRACTICING AWARENESS’
WORKSHOP DE DANÇA

Neste workshop propõe-se uma análise dos movimentos e corpos não codificados, enquadrados no contexto do quotidiano, para produzir um arquivo de registos, um guia constituído por materiais sensíveis, integrados na natureza, que sirva como mapa na criação artística, na pesquisa de novas formas e qualidades de movimento.

Período de formação: 3 dias, 5 horas diárias.
Limite de participantes: 12
M/18 anos

 

SEXTA 19 | OUTUBRO

21h30 | GRANDE AUDITÓRIO

M/12 | 110 MIN | 7€/5€/3,5€

'DO ALTO DA PONTE'

DE ARTHUR MILLER

ARTISTAS UNIDOS

 

Um drama passional, um dilema moral, uma tragédia contemporânea? Nos portos de Nova Iorque, entre emigrantes italianos. A suspeição, o ciúme, a delação, a traição numa altura em que arranca a caça às bruxas do MacCarthismo. Que lei é esta que não respeita a lei de cada um? Quem são os vitoriosos, quem os derrotados? Depois de Harold Pinter, Pirandello e Tennessee Williams, os Artistas Unidos entregam-se ao teatro de Arthur Miller, descobrindo personagens ‘escritos’ para eles. Traições, contradições, cegueira, leis antigas, leis e morte, sangue de gente pobre. Em palco, falar-se-á de emigrantes, de escolhas difíceis, dos anos 50, dos dias de hoje.

‘Do Alto da Ponte’, do célebre dramaturgo norte-americano Arthur Miller, estreou em 1955 na Broadway. Miller posteriormente reescreveu a peça e a nova versão estreou em 1956 no West End, em Londres, com encenação de Peter Brook.

Tradução: Ana Raquel Fernandes e Rui Pina Coelho
Interpretação: Américo Silva, Joana Bárcia, Vânia Rodrigues, António Simão, Bruno Vicente, André Loubet, Tiago Matias, Hugo Tourita, Gonçalo Carvalho, João Estima, Hélder Braz, Inês Pereira, Romeu Vala e Miguel Galamba
Cenografia e figurinos: Rita Lopes Alves
Luz: Pedro Domingos
Som: André Pires
Produção: João Meireles
Assistência de encenação: Nuno Gonçalo Rodrigues e Inês Pereira
Encenação: Jorge Silva Melo

Duração: 110 min.
M/12 anos

Bilhetes: 7€ (normal) / 5€ (com descontos) e 3,5€ (titulares do Cartão do Teatro).

 

Teaser da estreia:

SÁBADO 20 | OUTUBRO

16h00 | PEQUENO AUDITÓRIO

M/3 | 30 MIN | 3€

'PARA QUE SERVEM AS MÃOS'

TEATRO DE MARIONETAS DE MANDRÁGORA

 

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O Sol nasce, o galo canta e os pássaros chilreiam, são horas de acordar!

Cuckoo! Cuckoo! Toca a levantar!

O bebé só quer brincar, mas há muito que fazer, a mãe precisa de trabalhar, não há tempo a perder. O bebé fica zangado, faz asneiras por todo o lado.

Vai procurar outra casa onde lhe possam dar atenção, onde possa fazer o que quer, comer doces, e ver televisão…

O que será que vai encontrar? Qual será a solução, para tamanha confusão…

A peça trabalha com as sensações e com um tema muito sensível, a violência, procurando despertar nas crianças uma visão crítica do mundo. No espectáculo a palavra não é mais importante do que os estímulos visuais e sensoriais. A curiosidade e a participação das crianças são suscitadas através da música e dos ritmos, que transformam os pequenos espectadores em figuras activas. Através da magia do teatro são trocados afectos e é estabelecido um entendimento ‘maternal’.

No final, as crianças têm oportunidade de explorar o espaço cénico e trabalhar sobre a música “Para que Servem as Mãos”.

Direcção artística e interpretação: Clara Ribeiro

Marionetas e espaço cénico: enVide neFelibata

Apoio à construção e figurinos: Clara Ribeiro

Produção executiva: Filipa Mesquita

 

Duração: 30 min.
M/3 anos

Bilhetes: 3€ (normal) e 1,5€ (titulares do Cartão do Teatro)

 

Teaser:

QUARTA 24 | OUTUBRO

22h30 | CAFÉ-CONCERTO

M/12 | 60 MIN | GRATUITO

THE TWIST CONNECTION 

A banda de Coimbra está de regresso às edições discográficas, com um novo álbum de título homónimo. Este novo trabalho resume um caminho percorrido nos muitos concertos inseridos na promoção de ‘Stranded Downtown’ (2016).

Influenciados por uma série de estéticas do séc. XX que entraram pelo novo milénio, desde os 50´s ao punk, The Twist Connection encontram em 2018 a própria identidade, ou pelo menos fazem por isso. Não são do garage nem de qualquer vaga psicadélica. Gostam de rock´n´roll, e praticam-no. Sobrevivem-no e falam sobre isso.

‘Twist Connection’ (Lux Records 2018) foi gravado em Coimbra nos Blue House Sudios por Jorri Silva (a Jigsaw/Parkinsons) e João Rui (a Jigsaw), que toca em todos os temas do álbum vários instrumentos.

Carlos ‘Kaló’ Mendes (Tédio Boys, Wray Gunn, bunnyranch, Parkinsons): bateria e voz

Samuel Silva (Jack Shits): guitarra

Sérgio Cardoso (É Mas Foice, Wray Gunn): baixo

Raquel Ralha (Belle Chase Hotel, Wray Gunn): voz

Entrada gratuita

 

QUINTA 25 e SEXTA 26 | OUTUBRO

21h30 | PEQUENO AUDITÓRIO

M/14 | 60 MIN | 5€/3,5€/2,5€

'AGNUS DEI'

URZE TEATRO

 

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‘Agnus Dei’ é uma peça inédita que nos conta uma história dramática e comovente sobre uma relação amorosa condenada a um fim trágico. Maria e Jorge — uma freira e um padre católicos —, vivem um conflito interior entre a fé e a intensa paixão que sentem um pelo outro.

Uma obra que fala de sonhos e da eterna procura pela felicidade, tendo como pano-de-fundo o tema clássico do amor tantas vezes obstaculizado por valores religiosos, culturais e sociais.

A coreografia e o vídeo conferem ao espectáculo uma marca identitária, ancorada numa atmosfera dramática-poética, onde os corpos dos actores prosseguem a ondulação do elemento água, que fisicamente marca o espaço cénico.

 

Texto e encenação: Fábio Timor

Interpretação: Ángel Fragua, Isabel Feliciano e Anabela Nóbrega

Assistência de encenação: Glória de Sousa

Coreografia: Isabel Costa

Música: Vítor Nogueira

Cenografia: Fábio Timor

Figurinos: Isabel Feliciano

Vídeo e fotografia: Paulo Araújo

Sonoplastia: Paulo de Almeida

Apoio literário: Rosa Canelas

Classificação: M/14 anos

 

Duração: 60min.

Bilhetes: 5€ (normal) / 3,5€ (com descontos) e 2,5€ (titulares do Cartão do Teatro).

 

Teaser:

SÁBADO 27 | OUTUBRO

21h30 | GRANDE AUDITÓRIO

M/6 | 70 MIN | 18€

CAROLINA DESLANDES

 

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Carolina Deslandes é uma das maiores artistas da actual geração de cantores e compositores portugueses. Com milhões de visualizações no Youtube tem trilhado um percurso meteórico desde a sua estreia, afirmando-se como uma das maiores referências não apenas no universo digital mas na música nacional contemporânea.

‘Casa’, o seu terceiro disco de originais, entrou directamente para o 1.º lugar do top nacional de vendas, tornando-se o álbum que mais vendeu na semana de estreia, em 2018. Pertencem a ‘Casa’ os temas ‘A Vida Toda’ (single de Ouro, mais de 7 milhões de visualizações no Youtube)  e ‘Avião de Papel’, com Rui Veloso, que em apenas 2 meses ultrapassou 3 milhões de visualizações no Youtube e entrou directamente para os tops de venda e streaming nacionais.

Com apenas 26 anos, Carolina participou em 2010 no programa ‘Ídolos’ onde conquistou o público português. Em 2012, ‘Não É Verdade’, que soma 3,5 milhões de visualizações, seria o primeiro single a chegar às maiores rádios nacionais, extraído do seu álbum homónimo. Em 2014, edita ‘Blossom’, e ‘Mountains’, o dueto com Agir, tornou-se um sucesso sem precedentes,

contabilizando até hoje mais de 11 milhões de visualizações.

Em 2016 anuncia uma pausa na música para se dedicar à maternidade, mas o following nas redes sociais não parou de crescer, com 70 mil subscritores no YouTube, 245 mil seguidores no Instagram, mais de 150 mil no Facebook e um blogue pessoal – ‘A Vida Toda’, onde publica regularmente. 2018 é o ano do muito aguardado regresso à música de Carolina Deslandes.

 

Bilhete único: 18€

 

SEXTA 2 | NOVEMBRO

21h30 | PEQUENO AUDITÓRIO

M/14 | 70 MIN | 5€/3,5€/2,5€

'FIM DE PARTIDA'

(ENDGAME)

COMPANHIA DE TEATRO DE SINTRA

 

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‘Fim de Partida’ é talvez a peça mais fascinante de Samuel Beckett. Escrita originalmente em francês (‘Fin de Partie’, 1957), foi traduzida para inglês pelo próprio Beckett com o título ‘Endgame’. 
Num espaço fechado (bunker, abrigo) as duas personagens principais (Hamm e Clov) agem e dialogam num jogo de repetições próprio da comédia burlesca e claramente inspirado em personagens como Buster Keaton ou Laurel & Hardy. 

Hamm está paralisado e é cego. Clov não se pode sentar. Entre estas duas personagens estabelecem-se relações de poder, manipulação, dependência e submissão que nos dão a ver uma disfuncional ligação entre ambas. Nesta peça árida (que conta ainda no mesmo espaço com os pais de Hamm enfiados em caixotes de lixo), só o jogo, a repetição e o diálogo permitem que se sobreviva. Lá fora tudo é cinzento e talvez a vida não tenha lugar. Pelo menos neste lugar fechado (que protege mas também delimita um território) talvez seja possível o simulacro de uma vida sempre adiada. De entre todas as personagens, parece que só Clov tem capacidade para criar um verdadeiro acontecimento e alterar a rotina em que se encontram. Enuncia-o no início da peça. Até ao fim, ficamos suspensos da sua tomada de decisão.

Autor: Samuel Beckett;

Encenação e cenografia: Carlos Pimenta

Tradução: Francisco Luís Parreira

Interpretação: Pedro Lacerda, Ivo Alexandre, Nuno Correia Pinto e Anabela Faustino

Desenho de luz: Rui Monteiro

 

Duração: 70 min.

M/14 anos

Bilhetes: 5€ (normal) / 3,5€ (com descontos) e 2,5€ (titulares do Cartão do Teatro)

 

QUARTA 7 | NOVEMBRO

22h30 | CAFÉ-CONCERTO

M/12 | 60 MIN | GRATUITO

WHALES 

Venceram um Festival Termómetro, um ZUS! e foram Novos Talentos Fnac. Correram festivais como o NOS ALIVE ou o BONS SONS e ‘Big Pulse Waves’ rodou com insistência por muita rádio. 
Decidiram recomeçar do zero para o disco de estreia.

Os ex-companheiros de Débora Umbelino nos Backwater & The Screaming Fantasy passaram de quarteto para trio e com os temas ‘How Long’ e ‘Ghost’ começaram a desenhar uma nova identidade. 
Na última digressão SUPER NOVA prepararam-se para um autêntico ‘Euro Sprint’ que os levou a oito países ao longo de três semanas, com concertos diários na promoção do seu disco de estreia.
Depois de ‘How Long’, ‘Ghost’ levou-os ao Berlin Music Videos festival. ‘Twerp’ e ‘Beyoncé, I Love You’ lançam mais duas digressões entre Portugal, Espanha e França. 
Este lançamento prova o que já se tem vindo a escrever sobre os projectos da Omnichord Records, que o Teatro de Vila Real tem apresentado desde o início: «Se 2016 foi dos First Breath After Coma e 2017 de Surma, em 2018 são os Whales que vão ter tudo para surpreender». 

Entrada gratuita

 

SEXTA 9 | NOVEMBRO

21h30 | GRANDE AUDITÓRIO

M/6 | 70 MIN | 15€

DEAD COMBO

NOVO DISCO E TOUR 'ODEON HOTEL'

 

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Os Dead Combo editaram em Abril o seu sexto álbum de originais. ‘Odeon Hotel’, assim se chama o novo disco, foi gravado em Lisboa, nos Estúdios Namouche. Com produção de Alain Johannes (Queen Of Stone Age, PJ Harvey, Chris Cornell, etc.), este novo disco é a síntese perfeita da portugalidade e da universalidade existentes na música dos Dead Combo.

Pela primeira vez na história da banda, o disco foi editado em todo o mundo, com o selo de uma das maiores editoras internacionais, a Sony Music.

Para os concertos de apresentação do novo disco, o duo apresenta-se com uma formação inédita com músicos convidados.

Tó Trips: guitarras

Pedro Gonçalves: guitarras, contrabaixo, melódica, pianinho

Alexandre Frazão: bateria, voz

Gui: sopros, mellotron, voz

António Quintino: contrabaixo, guitarras, mellotron

 

Bilhete único: 15€

 

12 A 18 | NOVEMBRO

FIIN - FESTIVAL INTERNACIONAL DE IMAGEM DE NATUREZA 

 

A segunda edição do Festival Internacional de Imagem de Natureza (FIIN) volta a reunir em Vila Real um conjunto de eventos que celebram a conservação da biodiversidade através das artes: um Festival de Curtas-Metragens, Exposições de Desenho e Fotografia de Natureza e um Encontro de Fotografia e Cinegrafia preenchem um programa dedicado ao conhecimento e à preservação.

Programa:

Sessão de abertura: 9 de Novembro, 18h00, Pequeno Auditório

Exposições: de 9 de Novembro a 28 de Dezembro (Sala de Exposições, Galeria-Bar e Foyer)

Festival de curtas-metragens: 12 a 17 de Novembro (Pequeno Auditório)

Encontro de Fotografia e Cinegrafia: 17 de Novembro (Pequeno Auditório)

Encerramento: 18 de Novembro, 18h00, Pequeno Auditório

[Para informações mais detalhadas sobre o programa visite o site www.fiin.pt]

Organização: Município de Vila Real / Serviços de Ambiente 

TERÇA 20 | NOVEMBRO

11h00/15h00 | CLAUSTROS DO ANTIGO GOVERNO CIVIL

M/3 | 45 MIN | GRATUITO

'OS BRINCOS À RONALDO E OUTRAS HISTÓRIAS'

 

[No âmbito da Semana de Promoção da Igualdade de Género, promovida pelo Município de Vila Real]

Um espectáculo que procura com muito humor construir um futuro com maior igualdade.

3 Intérpretes para 30 personagens. Um espectáculo bem-disposto, rápido e intenso, com a vida toda a correr. Como as vidas de cada um de nós, e como o mundo que nos rodeia: situações quotidianas, casos exemplares, e a ironia dos preconceitos, dos estereótipos de género, da regulação de comportamento a que estamos sujeitos. Da empresa ao cabeleireiro, do consultório médico à praça, do táxi ao portão de casa, da sessão de fitness ao jogo de futebol, situações a que não somos impunes: cada gesto foi criado porque era já nosso, cada palavra foi dita porque a já dissemos.

Encenação: Alexandre Sampaio.

Dramaturgia: Abel Santos, Alexandre Sampaio, Alicia Gómez, Sofia Borges, e adaptação de cartoons, notícias de jornais, letra de canção de Miguel Araújo (autorizada), livros da especialidade e relatórios europeus sobre a temática da Igualdade de Género.

Apoio técnico: Isabel Ramos.

Interpretação: Alicia Gómez, Joana Costa Saraiva e José Armando.

Duração de 45min.

Classificação: M/3 anos

Entrada gratuita

 

20 | 21 | 22 | NOVEMBRO

18h30/21h30 | PEQUENO AUDITÓRIO

M/12 | 3€/2€

EXTENSÃO

DOCLISBOA

 

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Durante três dias Vila Real acolhe uma extensão do DOCLISBOA, numa organização conjunta do Teatro de Vila Real com a UTAD.

O programa inclui filmes vencedores da edição de 2017 do festival.

Para informações detalhadas sobre os filmes, consultar o programa desta extensão ou o site: www.doclisboa.org/2017/edicao-actual/filmes

 

CALENDÁRIO:

 

DIA 20/11

17h00:Pesar’ (Madalena Rebelo, POR, 2017, 4’) + Chjami è rispondi’ (Alex Salvatori-Sinz, FRA, 2016, 77’)

21h30:Martírio’ (Vicente Carelli, BRA, 2016, 162’)

 

DIA 21/11

17h00: ‘Oumoun’ (Fairuz Ghammam, El Moïz Ghammam, BEL, TUN, 2017, 15’) + O Canto do Ossobó’ (Silas Tiny, POR, 2017, 99’)

21h30: ‘I don’t belong here’ (Paulo Abreu, POR, 2017, 75’)

 

DIA 22/11

17h00: ‘Norley and Norlen’ (Flávio Ferreira, CU, POR ESP, 2017, 8’) + ‘John 746’ (Ana Vîjdea, ROM, POR, 2017, 34’) + ‘Vira Chudnenko’ (Inês Oliveira, POR, 2017, 31’) + ‘Why is Difficult to make Films in Kurdistan’ (Ebrû Avci, TUR, 2017, 26’)

21h30: ‘Medronho Todos os Dias’ (Sílvia Coelho, Paulo Raposo, POR, 2017, 53’) 

 

Uma organização conjunta Teatro de Vila Real / UTAD

QUARTA 21 | NOVEMBRO

22h30 | CAFÉ-CONCERTO

M/12 | 60 MIN | GRATUITO

DITCH DAYS

Os Ditch Days nasceram do desejo de dar forma ao imaginário de Guilherme Correia, José Crespo e Luís Medeiros. É numa toalha estendida na areia de uma qualquer praia californiana, durante a exibição ao ar livre de um qualquer filme de cinema dos anos 90, que surgem as melodias dreamy e indie da banda lisboeta.

Entre 2016 e 2017, os Ditch Days levaram ‘Liquid Springs’, o lugar imaginado que dá nome ao seu álbum de estreia, a todos os pontos do país e a festivais. Em 2018, regressaram aos temas novos com ‘Downtown’, o primeiro de três singles compostos durante um retiro criativo e aperfeiçoados numa tour europeia de dez datas.

A segunda amostra desta nova fase da banda lisboeta é o pretexto para uma digressão nacional que culminará num disco. A banda promete manter a linha conceptual do que tem feito até aqui, utilizando projecções de filmes e séries para alterar a envolvência dos espaços por onde passam, criando uma atmosfera envolvente e sonhadora.

 

Entrada gratuita

 

SEXTA 23 e SÁBADO 24 | NOVEMBRO

21h30 | GRANDE AUDITÓRIO

M/12 | 70 MIN | ENTRADA GRATUITA

algures a nordeste logo

'CLARÃO' 

ANDRÉ BRAGA E CLÁUDIA FIGUEIREDO / CIRCOLANDO 

A PARTIR DO SERAPEUM DE PANÓIAS

 

ESTREIA ABSOLUTA

 

[Um espectáculo criado por iniciativa dos Teatros Municipais de Vila Real e Bragança, no âmbito do Projecto Algures a Nordeste]

«Projecto integrante do programa Algures a Nordeste, Clarão resulta do convite dos Teatros Municipais de Vila Real e Bragança para criarmos um espectáculo que, tomando por ponto de partida o universo e pistas que encontrarmos em Panóias, desenvolva uma reflexão mais alargada sobre a ideia de ritual e comunhão com a terra.

Nos arredores de Vila Real, o complexo de Panóias é um intrigante espaço ligado aos inícios do sagrado, quando as grandes fragas e os grandes montes, como o Marânus, eram adorados como deuses. Templo depois dedicado aos deuses severos e a Serápis, divindade sincrética que funde em si vários deuses, fica associado aos mistérios do mundo subterrâneo e da vegetação. A cosmogonia do Antigo Egipto e seus mitos sobre a regeneração da luz, um outro curioso mundo evocado.

Interessa-nos muito aprofundar este tempo dos princípios dos deuses, a era panteísta em que havia uma identificação de deus com as forças da natureza.

Interessa-nos um universo nocturno, de medos e desconhecidos avassaladores. Interessam-nos os rituais de transe, iniciação, purificação, o convite à “ultrapassagem dos seus próprios limites à procura do limiar”.

O projecto terá uma forte dimensão transdisciplinar, querendo-se desenvolver um trabalho que assenta em diálogos imbricados entre dança, teatro, som e luz. Do elenco fará parte um poderoso grupo da comunidade».

 

Direcção artística:

André Braga e Cláudia Figueiredo

Composição musical:

Pedro Augusto

Apoio à dramaturgia e vídeo:

Gonçalo Mota

Co-criação e interpretação:

Daniela Cruz, Paulo Mota, Valter Fernandes e grupo da comunidade local

 

Duração: 70 min.
M/12 anos

Entrada gratuita

QUINTA 29 e SEXTA 30 | NOVEMBRO

21h30 | GRANDE AUDITÓRIO

M/12 | 70 MIN | 5€/3,5€/2,5€

'ANJO' 

DE HENRI NAYLOR

UMA ENCENAÇÃO DE ÁNGEL FRAGUA

 

ESTREIA ABSOLUTA

 

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[No âmbito da Semana de Promoção da Igualdade de Género, promovida pelo Município de Vila Real]

 

Inspirado numa história verdadeira.

Há uma rapariga na Síria conhecida por “anjo”. É Rehana.

Tem 19 anos, estuda direito e é filha de pais agricultores. Rehana vive em Kobane, uma pequena cidade da Síria junto à Turquia que um dia é invadida pelo ISIS – o autodenominado Estado Islâmico. Rehana foge para a fronteira com a intenção de chegar à Turquia, mas a memória do pai que ficou para trás é mais forte. Rehana volta para Kobane e vai à procura do pai. Nessa altura, é capturada pelo ISIS e vendida como escrava sexual. Rehana consegue fugir e unir-se às YPJ – Unidades Femininas de Protecção. A vida vertiginosa acelera: torna-se franco-atiradora, mata 100 invasores e passa a ser temida pelo Estado Islâmico, cujos membros acreditam que quem é morto por uma mulher não consegue entrar no paraíso e ter direito às setenta e duas virgens.

Rehana é uma rapariga, o “anjo” de Kobane.

Uma história autobiográfica narrada por Rehana, directamente ao público, através da 'quarta parede'.

 

Tradução: José Paulo Tavares

Interpretação: Teresa Arcanjo

Encenação: Ángel Fragua

Desenho de iluminação: Pedro Pires Cabral

Figurino: Cláudia Ribeiro

Assistente de encenação: Mara Correia

Co-produção: Ángel Fragua e Teatro de Vila Real

 

Duração: 70 min.
M/12 anos

Bilhetes: 5€ (normal) / 3,5€ (com descontos) e 2,5€ (titulares do Cartão do Teatro).

3 | 4 | 5 | 6 | 8 | DEZEMBRO

M/12 | PEQUENO AUDITÓRIO

ENTRADA GRATUITA

MANOEL DE OLIVEIRA: O IMAGINÁRIO DO DOURO

SERRALVES EM VILA REAL  |  CICLO DE CINEMA

 

A Fundação de Serralves apresenta no Teatro Municipal de Vila Real um ciclo dedicado às representações do Douro no cinema de Manoel de Oliveira. Das visões modernistas de ‘Douro, Faina Fluvial’ (1931), primeira realização do cineasta, onde reflete sobre a materialidade e os recursos expressivos do cinema, às especulações metafísicas de ‘O Estranho Caso de Angélica’ (2010), filme mais recente onde recupera um guião escrito sessenta anos antes, o Douro – o rio e a região com o mesmo nome – constitui um dos focos privilegiados da obra de Manoel de Oliveira. Entre as suas margens, na zona da Ribeira, no Porto, tem lugar o clássico ‘Aniki-Bóbó’ (1942), mas é mergulhando na região vinícola, entre Vila Real e Lamego, que se encontra o território fértil de muitas das colaborações do cineasta com Agustina Bessa-Luís. É hoje impossível olhar para as vinhas do Douro sem que nos assalte a memória da Bovarinha, de ‘Vale Abraão’ (1993), como difícil é atravessar a neblina do rio e não recordar o drama de ‘Francisca’ (1981) ou insensato passar pela Régua sem que nos acompanhem as diabólicas figuras de Camila e de Vanessa, que conhecemos de ‘O Princípio da Incerteza’ (2002). Estas e outras personagens, bem como as histórias em que intervêm, tornaram-se indissociáveis da paisagem do Douro e explicam a sua riqueza patrimonial. Aliando a abordagem etnográfica à recriação ficcional, Manoel de Oliveira engendrou um universo cinematográfico que se fundiu para sempre com esta região: um conjunto de filmes tão atentos ao espírito do lugar que, por isso mesmo, compõem e desafiam o seu imaginário.

 

Programa:

 

03.12 | 21h00 – O Estranho Caso de Angélica, 2010, cor, 93 min.

04.12 | 21h00 – Francisca, 1981, cor, 166 min.

05.12 | 21h00 – Vale Abraão, 1993, cor, 210 min.

06.12 | 21h00 – O Princípio da Incerteza, 2002, cor, 132 min.

08.12 | 18h00 – Douro, Faina Fluvial, 1931, preto e branco, 18 min.

                        – Aniki-Bóbó, 1942, preto e branco, 72 min.

QUARTA 5 | DEZEMBRO

22h30 | CAFÉ-CONCERTO

M/12 | 60 MIN | GRATUITO

JOANA SERRAT

Joana Serrat é uma das mais interessantes e premiadas novas cantautoras espanholas, com muitos seguidores também em Portugal.


Entre a discografia de Joana Serrat, destacam-se os últimos três álbuns: ‘Dear Great Canyon’ (2014), ‘Cross the Verge’ (2016) e ‘Dripping Springs’ (2018).

A música de Joana Serrat encontra-se entre a americana e o shoegaze, criando um estilo único, que se pode chamar folk gaze

 

Entrada gratuita

 

SEXTA 7 | DEZEMBRO

21h30 | GRANDE AUDITÓRIO

M/6 | 70 MIN | 5€/3,5€/2,5€

TROVAS & CANÇÕES

ACTORES, POETAS E CANTORES

 

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Prestes a completarem-se quinze anos da sua presença na inauguração do Teatro de Vila Real, o actor RUY DE CARVALHO regressa com um espectáculo que é uma homenagem a actores, poetas e cantores portugueses.

‘Trovas & Canções, Actores, Poetas e Cantores’ é um espectáculo de Paula Carvalho e Paulo Mira Coelho que reúne três gerações de actores e outros grandes profissionais ao redor da figura de RUY DE CARVALHO.

O teatro está presente através dos desempenhos de João de Carvalho, Adelaide Sofia e Guilherme Madeira, mas também o som da guitarra portuguesa de Ricardo Gama e da viola clássica de João Correia.

O espectáculo pretende recordar uma mão cheia de poemas que tornaram famosas algumas da nossas grandes canções, de autores como Pedro Homem de Mello e José Luís Gordo, sem esquecer Zeca Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Moniz Pereira, Ary dos Santos, Manuel Alegre, José Luís Tinoco e Florbela Espanca, tudo acontecendo num ambiente de grande intimidade com o público.

O espectáculo tem ainda uma homenagem a três grandes nomes da nossa literatura: Gil Vicente, com a primeira peça do teatro português, Luís Vaz de Camões e Manuel Maria Barbosa du Bocage.

Uma viagem entre a récita e o concerto.

 

Duração: 70 min.

M/6 anos

Bilhetes: 5€ (normal), 3,5€ (com descontos) e 2,5€ (titulares do Cartão do Teatro).

SÁBADO 8 | DEZEMBRO

21h30 | SALA DE ENSAIOS

M/12 | 60 MIN | ENTRADA GRATUITA

 ponto de guitarra logo pq

 

GUITARRAS DE ABRIL

BREVE HOMENAGEM A RUI PATO

 

Os músicos, chamados para uma mesa redonda, interrompem-na, levantam-se e vão mas é tocar e cantar.

 

MANUEL FREIRE, VOZ

RUI PATO, GUITARRA

PAULO VAZ DE CARVALHO, GUITARRA

+

SARA VIDAL*, VOZ

ANDRÉ CARDOSO*, GUITARRA

 

*músicos do grupo A presença das Formigas

 

Duração: 60 min.

M/12 anos

Entrada gratuita

SEXTA 14 | DEZEMBRO

21h30 | PEQUENO AUDITÓRIO

M/14 | 70 MIN | 5€/3,5€/2,5€

'MEDEIA'

A PARTIR DE EURÍPIDES

 

COMPANHIA JOÃO GARCIA MIGUEL

COM MÁRIO LAGINHA (PIANO)

 

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“Acordo com frequência à noite com suores frios a pensar que me tornei banal, que tudo na minha vida vai bem demais para mim, que vou morrer por debaixo de um cobertor grosso, que deixei de ser um inovador.” Vsevolod Meyerhold, 1937

Uma primeira ideia que se destaca desta peça é a sua relação entre o passado e o futuro. Esta obra mantém uma actualidade e uma pertinência que permitem reflectir sobre a diminuição do poder simbólico no mundo contemporâneo. O texto de Eurípides levanta possibilidades de abordagens múltiplas. Propõe questões sobre o papel do feminino na redefinição do tecido político e social. Propõe questões sobre as transformações das relações interpessoais. Propõe questões sobre a emigração e o estatuto de refugiado que, chegado a um mundo novo e diferente, tudo faz para se adaptar às regras e exigências que lhe são impostas com consequências, por vezes, inimagináveis. Por último, levanta uma questão central sobre os protagonistas da História e a vida dos indivíduos. São estes os pontos que nos irão conduzir na abordagem desta obra em busca das sombras que nos moldam o ser. Correndo contra o tempo, acreditamos estar a fazer um outro tempo.

 

Texto: Francisco Luís Parreira

Direcção e espaço cénico: João Garcia Miguel

Música: Mário Laginha

Interpretação: David Pereira Bastos e Sara Ribeiro

Figurinos: Rute Alegria

Desenho de luz: João Garcia Miguel e João Chicó | Contrapeso

 

Duração: 70 min.

M/14 anos

Bilhetes: 5€ (normal), 3,5€ (com descontos) e 2,5€ (titulares do Cartão do Teatro).

SÁBADO 15 | DEZEMBRO

21h30 | SALA DE ENSAIOS

M/12 | 60 MIN | ENTRADA GRATUITA

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YURI MARCHESE

BRASIL

 

Música espanhola e música brasileira em confrontação.

Manuel de Falla homenageando Debussy, Joaquin Rodrigo percorrendo danças espanholas e Egberto Gismonti no sertão.

Yuri Marchese, nascido em Vitória (Brasil), é Mestre em Música pela Universidade de Aveiro e formado em Música pela Universidade Estadual de Londrina (BR). Realizou a sua primeira digressão aos 22 anos e já se apresentou em importantes cidades no Brasil, em Portugal, na Espanha e na República Checa. Vencedor de alguns importantes prémios, participou em vários festivais e ciclos de concertos internacionais. Lecciona há quinze anos, alguns dos quais em Portugal. Reside actualmente em Londrina, Paraná.

 

Duração: 60 min.

M/12 anos

Entrada gratuita

QUARTA 19 | DEZEMBRO

22h30 | CAFÉ-CONCERTO

M/12 | 60 MIN | GRATUITO

JERÓNIMO

São três irmãos que cresceram juntos e que sempre se dedicaram à música mas nunca tinham tocado juntos.

Gil, dos Les Crazy Coconuts. Nuno, dos Few Fingers.  Luís vem dos Nice Weather For Ducks. Em comum sempre tiveram o nome de família, Jerónimo.  Agora têm também um projecto a três com um punhado de grandes temas que navegam com um rumo muito fixo no formato de canção, conduzido pelas várias correntes que eles trazem para o projecto.

 

Duração: 60 min.

M/12 anos

Entrada gratuita