TERÇA 23 | JULHO

22h00 | PRAÇA CÉNICA

M/12 | 84 MIN. | GRATUITO

'OS VERDES ANOS'

CINEMA AO AR LIVRE

UM FILME DE PAULO ROCHA

 

Drama | Portugal | 1963
Com: Isabel Ruth, Rui Gomes, Paulo Renato, Alberto Ghira, Cândida Lacerda, Carlos José Teixeira, Harry Wheeland, Irene Dyne, Júlio Cleto, Manuel De Oliveira, Óscar Acúrcio e Ruy Furtado

Duração: 84 min. | Público-alvo: M/12

Um rapaz de 19 anos, Júlio, vem para Lisboa a fim de tentar a sua sorte como sapateiro. No dia em que chega a Lisboa, um acidente fá-lo conhecer Ilda, uma rapariga da mesma idade, empregada doméstica num prédio perto do local de trabalho de Júlio. À medida que o filme se desenrola, vai nascendo um romance entre os dois, mais forte da parte de Júlio, que ciumento, sentindo-se numa atmosfera estranha e hostil, desconfia permanentemente de Ilda, facto que a leva a romper o namoro.
Com música original de Carlos Paredes.

 

QUARTA 24 | JULHO

19h00 | ESPLANADA

M/6 | 50 MIN. | GRATUITO

CREMILDA MEDINA

[CABO VERDE]

 

Carregando consigo parte da cultura do seu país, de mornas e coladeiras, Cremilda Medina faz parte da nova geração da música popular/tradicional de Cabo Verde, dando seguimento a uma linhagem marcada mundialmente pelas vozes de Cesária Évora, Bana, Ildo Lobo, Paulino Vieira, Morgadinho, Tito Paris, Titina Rodrigues, entre outros.
A sua carreira mereceu já o reconhecimento nacional e internacional, com prémios obtidos nos Estados Unidos da América (Best World Music por dois anos consecutivos nos IPMA) e em Cabo Verde (Melhor Intérprete Feminina na Gala Mindel Prémio, Melhor Morna 2017 e o prémio Sapo Award nos CVMA por dois anos consecutivos).
O seu álbum de estreia, ‘Folclore’, tem sido dos mais vendidos em Cabo Verde desde que foi editado.

 

SEXTA 26 | JULHO

22h00 | LARGO DO MUNICÍPIO

TODOS | 40 MIN. | GRATUITO

'OYUN'

COMPANIA EL FEDITO

[ARGENTINA / ESPANHA]

Arruada logo positivo

 

Em ‘Oyun’ (do turco ‘jogo’) tudo gira em torno de potes e outros elementos quotidianos. À medida que vai construindo um artefacto em equilíbrio, o malabarista cria o espaço, desenhando o ar e, sobretudo, brincando e desafiando a gravidade.
Resulta de anos de pesquisa e experimentação, com inspiração na escultura, desenho, poesia visual, fotografia, arquitectura, música, pintura, teatro, circo.
‘Oyun’ é um espectáculo único e inovador que combina humor, originalidade, ritmo e uma depurada técnica de malabares.

Guião/direcção/ideia e interpretação: Federico Menini
Apoio: Lucas Escobedo, Raquel Molano
Cenografia: Federico Menini
Luz: Manolo Ramírez
Sonoplastia: José Monreal

 

SÁBADO 27 | JULHO

11h00 | CENTRO HISTÓRICO

M/3 | 40 MIN. | GRATUITO

'TRUPE MANDUCARE'

TEATRO EM CAIXA

Arruada logo positivo

 

A Trupe Manducare diverte multidões com as suas versões das histórias de reis portugueses e de cantigas de amigo, amor, escárnio e maldizer retiradas essencialmente dos cancioneiros medievais galaico-portugueses.

Fiel a um tom jocoso, a Trupe faz-se também valer de representação, música, marionetas e máscaras para transportar a audiência numa delirante viagem ao dia-a-dia doutros tempos, contando histórias de reis a partir da história de um burro.

 

SÁBADO 27 | JULHO

22h00 | AUDITÓRIO EXTERIOR

M/6 | 70 MIN. | GRATUITO

CRISTINA BRANCO

[PORTUGAL]

 

Depois do premiado ‘Menina’ (Melhor Disco de 2017 pela Sociedade Portuguesa de Autores e nomeação para o Globo de Ouro de Melhor Intérprete Individual), o novo álbum, ‘Branco’, confirma a criação de um «novo normal» na música de Cristina Branco. O arrojo na escolha de compositores e letristas inesperados, assim como uma visão estética que traçou um caminho muito próprio em termos de imagem, fazem de Cristina Branco uma das mais importantes personalidades da música portuguesa dos últimos tempos. Os espectáculos por toda a Europa multiplicam-se e indicam que a designação de «fado-jazz» vem fazendo cada vez mais sentido.

«Um casamento feliz entre grandes autores e uma das mais belas vozes da música portuguesa» (Ana Patrícia Silva, in Time Out).

Cristina Branco: voz
Bernardo Couto: guitarra portuguesa
Bernardo Moreira: contrabaixo
Luís Figueiredo: piano

 

30 DE JULHO A 7 DE AGOSTO

AUDITÓRIO EXTERIOR | PRAÇA CÉNICA | PARQUE CORGO

GRATUITO

CLÁSSICOS DE VERÃO

2.ª EDIÇÃO

 

O ciclo Clássicos de Verão é uma viagem estival descontraída pela música erudita e pela história da música e do cinema. Concertos e cine-concertos têm lugar ao ar livre, nos vários espaços exteriores do Teatro (do Auditório Exterior à esplanada, passando pela Praça Cénica) e no extenso relvado do Parque Corgo.

No programa deste ano, a Orquestra Jazz de Matosinhos leva-nos a visitar os primórdios do jazz, quando este se dançava nos salões de baile.

Num primeiro cine-concerto ao ar livre, com a exibição do filme ‘Luzes da Cidade’, de Charlie Chaplin, o ensemble Músicos do Silêncio interpreta ao vivo a banda sonora composta pelo próprio realizador.

O segundo cine-concerto deste ciclo, que é também uma sessão do Shortcutz Vila Real, está a cargo do pianista Nuno Caçote, que compôs uma banda sonora original para o filme ‘Rita ou Rito?’, de 1927, realizado por Reinaldo Ferreira, mais conhecido por Repórter X.

Além da parceria com a Douro Strings Academy, que este ano se internacionaliza, o Clássicos de Verão tem na segunda edição a participação de alguns ensembles da Banda Sinfónica Transmontana, constituindo-se assim uma pequena mostra do grande talento das novas gerações de músicos transmontanos.

Há também um diálogo com o ciclo Sons ao Largo, promovido pelo Município de Vila Real no Largo da Capela Nova, que resulta num concerto com o Velvet Quintet, constituindo pelo Quarteto de Cordas da Orquestra Philarmónica de Lisboa e pela acordeonista Inês Vaz.

 

TERÇA 30 | JULHO

22h00 | PRAÇA CÉNICA

M/3 | 90 MIN. | GRATUITO

'LUZES DA CIDADE'

CINE-CONCERTO COM O ENSEMBLE MÚSICOS DO SILÊNCIO

 

Neste cine-concerto é exibido o filme de Charlie Chaplin “Luzes Da Cidade”, de 1931, acompanhado por música tocada ao vivo, numa evocação das sessões do cinema mudo.
Mas a música deixa de ser um pano de fundo e passa para a frente da tela. Ganha corpo, transforma-se em personagem que acompanha o filme em primeiro plano. Os Músicos do Silêncio dão música ao filme, interpretando a banda sonora composta pelo próprio Charlie Chaplin e adicionando pequenos apontamentos artísticos, cómicos ou eruditos da autoria do ensemble.

Filme: ‘Luzes da Cidade’ (1931), Charlie Chaplin
Música: Banda sonora ‘Luzes da Cidade’ (1931), Charlie Chaplin
Arranjo musical: Daniel Almeida
Instrumentistas: Daniel Almeida (piano), Beatriz Mendes (trombone), Joana Carvalhas (violino) e Sofia Teixeira (saxofone alto e clarinete)
Técnico de som e imagem: Luís Rodrigues

 

 

QUARTA 31 | JULHO

22h00 | AUDITÓRIO EXTERIOR

M/6 | 70 MIN. | GRATUITO

ORQUESTRA DA DOURO STRINGS ACADEMY

 

A orquestra de cordas formada por alunos e professores no âmbito da Douro Strings Academy apresenta no Auditório Exterior um programa com peças de referência do repertório clássico para esta formação.

 

 

QUINTA 1 | AGOSTO

19h00 | PARQUE CORGO

M/6 | 45 MIN. | GRATUITO

ENSEMBLES DA DOURO STRINGS ACADEMY

 

Depois de uma bem-sucedida experiência em 2018, alguns ensembles da Douro Strings Academy apresentam peças do repertório clássico em concerto ao pôr-do-sol no Parque Corgo, junto ao rio.

 

 

 

11 A 17 | NOVEMBRO | 2019 | VILA REAL | 

 

Encontram-se abertas, de abril a junho de 2019, as candidaturas para os concursos de curtas-metragens, de desenho e de fotografia de natureza, promovidos no âmbito do Festival Internacional de Imagem de Natureza – FIIN.
Com caráter e projeção internacional e prémios atrativos, motivos mais que suficientes para despertarem o interesse dos amantes destas áreas, estes concursos estão disponíveis para todos, podendo os respetivos regulamentos ser consultados na página oficial do FIIN: www.fiin.pt